RESOLUÇÃO BACEN
Em atendimento à Resolução 3380/06 do BACEN, foi desenvolvido e implementado um Sistema de Controle do Risco Operacional - SCRO, objetivando monitorar as atividades, dar tratamento às ocorrências, mitigar os riscos operacionais e tratar de ações corretivas.
Está definida e implantada uma Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional com atividades distribuídas em seus respectivos níveis de competência para monitoração do Risco Operacional.
Foram relacionados todos os produtos e serviços, todas as atividades relacionadas aos processos e sistemas relevantes e deles identificados os respectivos Riscos Operacionais que foram compilados em Matrizes de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional.
O programa de trabalho 2011 do Gestor do Risco Operacional integra o acompanhamento trimestral de 06 riscos distribuídos da seguinte forma por atividade:
| Controles de primeiro nível por atividade | Número de processos |
| Varejo | 02 |
| Frota (2012) | 02 |
| Atacado | 02 |
| Total | 06 |
Os controles de segundo nível cobrem os riscos de médio e alto impacto e devem ser realizados ao curso de 2011, mínimo de 80%. Uma lista de 50 riscos está distribuída da seguinte forma:
| Controles de segundo nível por ativida | Número de processos |
| Suporte (RH, Financeiro, Compras, Controle de Gestão, etc.). | 06 |
| Conformidade | 07 |
| Varejo | 12 |
| Frota (2012) | 12 |
| Atacado | 12 |
| Basiléia II | 02 |
| Seguros | 04 |
| Total | 55 |
Identificada à potencialidade da existência de um determinado "risco", este foi adequadamente avaliado em função da "probabilidade" da sua ocorrência, da relevância do seu impacto previsto e dos conseqüentes níveis - prováveis - de exposição do Banco PSA Finance Brasil S.A.
Da análise da Probabilidade versus Impacto obteve-se uma graduação dos Riscos identificados, que foram estabelecidos como "ALTO, MÉDIO, BAIXO ou CONTROLADO". (0%, 33%, 66%, 100%).
Os Riscos identificados como "MÉDIO e ALTO" foram e estão sendo objeto de tratamento especial, através de um Plano de Ação elaborado pelo Gestor do Risco Operacional, objetivando mitigá-los.
Em 2011 (base 31 agosto) no que concernem os riscos identificados como "MÉDIO e ALTO", foram controlados 13 riscos, atingindo assim 46% dos objetivos traçados pela Matriz.
Igualmente importante em 2011 (base 31 agosto), tivemos os seguintes registros de incidentes por família de risco conforme Basiléia II:
» Incidentes por família de risco em valores
Fraude externa: 42%
Clientes, produtos e práticas comerciais: 4%
Disfuncionamento da atividade e de sistemas: 0,1%
Execução entrega e gestão de processos: 54%
» Incidentes por família de risco em quantidade
Fraude externa: 64%
Clientes, produtos e práticas comerciais: 7%.
Disfuncionamento da atividade e de sistemas: 3%
Execução entrega e gestão de processos: 26%
O desempenho do Sistema de Controle do Risco Operacional - SCRO está permanentemente monitorado com o envolvimento dos Colaboradores e Unidades que compõem a Estrutura de Gestão do Risco Operacional, mediante a utilização de um sistema específico de controle.
Os Colaboradores envolvidos nas atividades operacionais, administrativas e financeiras monitoraram os Riscos de suas respectivas áreas de atuação – previamente cadastrados em suas respectivas Matrizes de Riscos - e emitem sempre que necessário "Registros de Ocorrências" em atendimento às instruções de Compliance, depois de sanadas as deficiências e/ou não conformidades.
O Gestor de Riscos analisa a incidência das ocorrências reportadas e avalia a qualidade e a adequação do SCRO. Controla, ainda, o fluxo das informações do SCRO, os Relatórios trimestrais e as Atas do Comitê Diretor, constituído com finalidades definidas no Normativo que trata do Risco Operacional e devidamente publicado na INTRANET do Banco PSA Finance Brasil S.A. acesso e acompanhamento de todos os Colaboradores.
O Comitê de Gestão do ROP se reúne quatro vezes ao ano ou sempre que necessário para analisar as ocorrências reportadas e recomendar as ações corretivas.
A Diretoria tem por definição a revisão anual e a Política do SCRO com vistas às ações para correção das deficiências identificadas e não mitigadas, sempre que necessário.
As ações corretivas a serem determinadas pela Diretoria ou Comitê Diretor, se traduziram em Planos de Ações onde estão definidos previamente os recursos necessários, os prazos, datas de início e término e a identificação dos responsáveis pela implementação.
O Relatório trimestral contendo a descrição da Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional, e a avaliação do desempenho do SCRO no trimestre anterior está à disposição do Banco Central e demais Órgãos Gestores envolvidos, de conformidade com a Legislação.
O Banco PSA Finance Brasil S.A. teve sua Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional aprovada formalmente em reunião do Comitê de Direção e Gestão de Riscos realizada em 05/12/2007.
O Presidente do Banco PSA Finance Brasil S.A. responsável perante o Banco Central do Brasil é o Sr.Frederic Roger Maurice Yannick Drouin, conta na Estrutura de Gerenciamento e Controle do ROP com o Sr. Julio Macedo, na qualidade de Gerente de Riscos Operacionais.
O Programa de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional – PGCROP – supra sintetizado - está desenhado para atender a todas as Áreas do Banco e simultaneamente atender a política institucional definida pela Matriz.
Mediante a ponderação dos pesos atribuídos quando do enquadramento dos Riscos, o Programa está instituído e consolida a Política da Matriz do Banco PSA Finance Brasil S.A. com a Legislação estabelecida pelo Banco Central do Brasil.
A Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional está publicada no Manual de Controles Internos do Banco PSA Finance Brasil S.A. em atendimento à Res. 2554/98, devidamente atualizado em 2011 e com links estabelecidos com os Documentos Oficiais do ROP, conforme determinação do BACEN (Estrutura de Gerenciamento: EOR-O2 e Política e Gestão do ROP: SOP-09).